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Prof. Anderson Bezerra

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Se há algo que acaba arrastando pessoas para o mal mesmo sem perceberem é o chamado "poder da mente". Essa heresia - se assim posso chamá-la - arrasta muitas pessoas de reta intenção, e muitos cristãos são confundidos por essa mentalidade mundana dos nossos dias. Eu chamo-a "auto-idolatria" pois coloca a pessoa como auto-suficiente, bastando-se a si mesmo com o poder da sua mente. Depois de mergulhar nessa doutrina anticristã, a pessoa acaba perdendo sua fé, não mais colocando sua confiança em Deus, mas apenas "pensando positivo" para atrair coisas "boas" para si.

Como o assunto é complexo e não quero falar besteira sobre, deixo abaixo uma ótima explicação do tema feita pelo Monsenhor Jonas Abib no livro "Sim, sim; Não, não", onde ele surpreende ao testemunhar que aderiu a tal filosofia e, com toda propriedade, condena tal filosofia pagã. Leia com atenção.

***

O que eu vou escrever agora é para as pessoas de boa vontade, que têm um coração aberto e querem ficar com a verdade. É o meu testemunho pessoal: eu mesmo engoli a isca com o anzol todinho.

Fiz um curso em São Paulo, dirigido por um mestre de controle mental que veio dos Estados Unidos. Fiquei fascinado com o controle mental. Já participava da Renovação Carismática. Mas fiquei tão impressionado com tudo aquilo que vi, que cheguei a imaginar que ali estava um caminho de salvação para muitas pessoas. Voltei para casa decidido a pôr em prática o que aprendi no curso do controle mental.

Isso aconteceu no inicio dos anos 1970. Ao chegar em na cidade de Lorena, peguei a Bíblia para agradecer a Deus pelo curso que havia feito. Ao abrir a Palavra, o Senhor falava:

“Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7, 15–16a)

Eu estava tão cego que não entendi; abri em outra passagem e caiu de novo:

“Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos. Eis que estais prevenidos” (Mt 24, 24-25)

Então rezei:“Senhor, quero louvar e agradecer pelo curso que fiz, mas esses trechos falam a respeito de lobos com pele de ovelhas, de falsos profetas”. Abri várias vezes a Bíblia. Fiquei atordoado com as Palavras que Deus me apresentou, mas não consegui compreendê-las. “Senhor, não estou entendendo, sou ignorante. Mostra-me a verdade” Entendi apenas que a ordem de Deus era que eu ficasse atento. Graças a Deus, comecei a prestar atenção.

Na minha região, muitas pessoas que já haviam feito o curso de controle mental faziam reuniões de “mentalização” e mandavam “energias para lá e para cá” e eu era convidado a participar dessas reuniões. Estava atento e escutava ao Senhor… E cada vez mais, o Senhor foi me convencendo de que aquilo tudo não era tão bom como parecia e que principalmente não vinha do Senhor, e sim do maligno. Eu disse ao Senhor: “Mostra-me a verdade”. Ocorreu um segundo curso em nossa região e desta vez eu fui como alguém já
instruído pelo Espírito Santo.

“Senhor, pode ser que esse curso seja maravilhoso e eu esteja impressionado… Mas pode ser que realmente seja um curso de lobos com pele de ovelhas… Dá-me discernimento porque eu não tenho”.

Graças a Deus, definitivamente fui convencido de que aqueles cursos e aquelas práticas de controle mental não vinham do Senhor e sim do maligno. Percebi que todo aquele curso se direcionava para convencer as pessoas de que elas eram “seres superiores”, porque sabiam usar a própria mente e com ela realizar coisas prodigiosas.

Com o controle da mente a pessoa se convencia de que era uma criatura especial. O curso cultivava o orgulho, a auto-suficiência, a vaidade: o pecado de satanás.

Essas pessoas estavam se tornando cada vez mais orgulhosas, auto-suficientes pelas “projeções mentais” que faziam e pelos resultados que obtinham. Realmente se sentiam “seres superiores”, porque sabiam controlar a pro pia mente. Não é isso, afinal, o que ensinam nos cursos de controle mental?

Eu tinha caído na isca direitinho. Mas o poder de Deus me mostrou que esse tipo de curso leva as pessoas a buscar conhecimento e poder fora de Deus; conhecimento e poder que se baseiam na força da nossa própria mente: o pecado original cometido por nossos primeiros pais. “Vós sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal.” Foi esse veneno que fez com que nossos primeiros pais se separassem de Deus.

Naquele curso éramos continuamente convencidos de que podíamos, pela força da mente, buscar poderes especiais. Eu percebia também que as pessoas que praticavam aquele método de controle mental, transferiam sua fé para a própria mente. Elas acreditavam no poder da mente e não mais no poder de Deus.

Acreditavam na sua força pessoal, e não Naquele de que vem toda força. Cada dia mais as pessoas tornavam-se egocêntricas, orgulhosas e auto-suficientes.

A oração consistia em mandar energia para esta e para aquela pessoa: não era uma oração de súplica, de louvor ao Senhor. Não era mais pedir com humildade: “Senhor, tem piedade de mim, socorre-me e alcança a estas pessoas… estas situações…”. Não. Era totalmente o contrário: “Eu, o todo-poderoso, que tenho a minha mente controlada, posso mandar energia
para tal pessoa… faço mentalização para as pessoas serem curadas… Eu sou a fonte de tudo, eu não preciso pedir… a força está em mim… O poder está em mim basta canalizar este poder”.

A oração deixou de ser oração. As pessoas não meditavam mais a Palavra de Deus… nem se ligavam aos mistérios de nossa salvação, mas tudo consistia em se concentrar, entrar naquele nível e mandar energias para esta ou aquela pessoa, esta e aquela situação. Portanto, não era mais pedir a Deus pelas pessoas necessitadas, mas era orgulhosamente, mandar energia a quem se pretendia.

Vi grupos de cursilistas e seus dirigentes caírem totalmente nessa tentação. Vi irmãos da renovação, religiosas e colegas perderem a fé. Vi também a religiosas mudando por completo seu comportamento: escolheram fazer mentalizações em vez de participar da Eucaristia, rezar o Oficio Divino, as próprias orações.

Vi aberrações em Missas em que o celebrante e os fieis colocavam o poder mental em prática. Não era mais o poder de Deus que transformava o pão e o vinho no Corpo e no Sangue do Senhor. Não era mais a celebração da Ceia de Jesus. Não. As pessoas se reuniam apenas para mentalizar, enviar energia… Missa sem Evangelho, sem a Palavra de Deus, lia-se qualquer coisa a respeito do poder da mente ou algo semelhante. A Missa não era mais o sacrifício de Cristo. Era apenas um momento privilegiado em que pessoas dotadas de um “poder superior” concentravam as próprias energias num objetivo comum…

Por graça de Deus, fui percebendo que a prática do controle mental partia de uma verdade: Deus habita em nós. Mas logo acrescentava: o lugar de Deus é o nosso inconsciente. Por isso, explicavam eles, com a força do meu inconsciente, a minha mente mais profunda, de onde me vem todo o poder, posso fazer tudo… Nada me é impossível. Eu posso tudo: basta retirar a força que lá está e aplicá-la ao objetivo a que me propus. Eu posso tudo. A força está em mim. O poder está ao meu alcance.

Mas vi também que pouco a pouco, e muito sutilmente, as pessoas iam mudando a linguaje e também a realidade. Já não diziam que Deus estava no meu inconsciente, mas que “o meu inconsciente é deus”.

Os dois passos seguintes eram bem mais fáceis e mais rápidos: o meu inconsciente é o meu eu profundo. Portanto “se o meu inconsciente é Deus, “eu sou deus”.

Espante-se! Arrepie-se! Mas é assim que as pessoas começaram a se expressar e numa serena convicção: “eu sou deus”

Repare que estou escrevendo deus com letra minúscula, porque esse “deus” que as pessoas dizem ser no pode ser o nosso Deus. Um Deus vivo. O nosso criador que nos fez Seus filhos. Já estamos em outro campo… Mas pasme: vi pessoas afirmarem serenamente convencidas: “eu sou deus!”. Não resta dúvida de que o pecado original, como está no inicio da Bíblia, se repete nas pessoas hoje.

Por graça de Deus pude perceber que nos tais cursos de poder da mente, há um momento-chave, para o qual tudo converge e para o qual tudo foi mera preparação: o momento em que a pessoa “busca” e então “recebe” um “mestre”. Veja que coloquei entre aspas “busca”. A pessoa é levada e convencida a buscar o tal mestre. Ela precisa como que atrair esse
mestre, que a vai aconselhar e conduzir dali para frente.

Salientei também “recebe”, porque, na verdade, tudo leva a um momento em que a pessoa “recebe” a esse mestre. E por fim salientei o tal “mestre”. Ele recebe outros nomes como: conselheiro, guia, companheiro… Porque também esta é sua função: aconselhar, guiar, conduzir, acompanhar…

O momento-chave e central para o qual tudo converge no decorrer do curso é “buscar e receber o próprio mestre”.

Para tirar qualquer dúvida fiz questão de consultar o dirigente do curso: “Este mestre de que vocês falam, não é alguém, não é verdade? Ele é apenas uma ficção mental. A gente acaba chamando de mestre, conselheiro, de guia, o nosso próprio inconsciente que nos responde e nos direciona, não é?

O dirigente me olhou serio e afirmou: “Não, Não é uma ficção! O mestre existe! O mestre é alguém!”

Foi o suficiente. Entendi tudo. Vi a semelhança com tudo que acontece com os gurus nas religiões orientais. Eles levam as pessoas receber o próprio mestre que os orienta e conduz.

Naquele momento foi como se o Espírito Santo gritasse no meu
ouvido “Não quero que coloquem a própria vida para ser guiada por
nenhum outro que não seja Jesus, o Senhor”.

A prova final

Deus me deu mais uma graça. Eu nem fui procurá-la. Um rapaz veio a mim para contar que tinha feito um desses cursos de controle mental. Aplicou-se tanto e foi tão bem-sucedido na aplicação do que le haviam ensinado, que resolveu procurar o instrutor e contar as coisas mirabolantes que tinha conseguido. O instrutor, depois de ouvi-lo, acabou afirmando que ele havia conseguido em pouco tempo o que se consegue só depois de três ou quatro anos de treinamento. Em seguida lhe disse:

“Olha, você já progrediu muito. Só lhe falta um mestre”. E ele perguntou: “E o que é preciso?” O instrutor respondeu: “Entre num quarto escuro, coloque um espelho na sua frente e uma vela de cada lado. Concentre-se. Peça o próprio mestre. O restante depois você me conta…”

O rapaz, horrorizado, me contava que naquela mesma noite, ele fez o que o instrutor havia lhe dito. Ele me disse:

“Do espelho veio uma estranha figura amarelada, que se projetou sobre mim. Dali para frente senti que aquela coisa me conduzia. Era o meu mestre e ele tinha todas as respostas para minhas perguntas. Fiquei impressionado e fui conversar com meu instrutor. E ele satisfeito dizia: Agora você tem seu mestre, lembra-se do que eu lhe falei?”

O rapaz me contou que realmente aconteceram coisas impressionantes com a ajuda de seu mestre. Ele atingiu um grande sucesso financeiro: dinheiro não era problema… Tudo o que ele queria conseguia: desde resolver um negócio insolúvel até conseguir um taxi numa rua deserta.

Passado um tempo o tal mestre começou a lhe propor coisas com as quais moralmente o rapaz não concordava. A família dele era evangélica e ele tinha recebido uma educação segundo a Palavra de Deus. Agora ele estava bem afastado da Igreja, mas mesmo assim a sua consciência não podia concordar com as coisas que o mestre lhe mandava fazer e ele começou a recusá-las. Daí começaram os choques entre ele e o mestre:

- Como não vai fazer? Nós fizemos um pacto! Ou você faz ou vai se arrepender!

- Não, não vou fazer: Não concordo com isso.

- Então você vai a sofrer como um chachorro!

- Posso sofrer…mas não vou fazer!

O rapaz me contou que naquele momento ele sentiu um calafrio da cabeça aos pés… A partir daquele dia tudo se transtornou: desde dores por todas as partes do corpo até o fracasso em todos os seus negócios, tudo aconteceu. O que ele ganhou, perdeu. Entrou em desespero… Sua vida se tornou um verdadeiro tormento…

Até que resolveu voltar a Lorena, sua cidade, e foi visitar uma família evangélica quie ele conhecia havia muito tempo.

No caminho, passou uma moça por ele dizendo: “Nós temos um recado para você no terreiro de umbanda esta noite”.

Estava tão desesperado que pensou em ir ao terreiro. Mas, graças a Deus, continuou o seu caminho e, cegando à casa dessa família, o senhor que o recebeu, muito firme e convicto, logo ao abrir a porta, levantou o dedo em sua direção e disse: “Afasta-te, satanás!”

O rapaz me contou que naquela hora ele sentiu um calafrio maior do que aquele da primeira vez… Mas logo sentiu uma grande paz! Cambaleou… Entrou na casa e começou a chorar compulsivamente. E o senhor lhe disse: “Me perdoe. Eu não sei o que aconteceu. Quando você abriu a porta, eu o vi e reagi desta forma...”

“O senhor tem toda razão. Sinto que fui longe demais com o tal curso de controle mental. Por isso o inimigo acabou me possuindo. Obrigado. Na hora em que o senhor gritou: „Afasta-te, satanás!‟,a minha libertação aconteceu.. Por favor, me ajude. Eu preciso muito de oração”.

A família inteira acorreu e rezou por ele fervorosamente. A libertação aconteceu. Mas o rapaz me confidenciava: “Minha única segurança agora é a Palavra de Deus e a oração. Sinto continuamente o inimigo me anda rondando. Infelizmente, fui longe demais.”

Glorifico ao Senhor por duas coisas: por ele ter libertado aquele rapaz e por ter me convencido do que realmente é o controle mental. Fiquei sabendo muito bem quem é que atua no controle mental. Vi, por fatos bem concretos, até que ponto o controle mental pode levar uma pessoa.

Muitos podem dizer: “Mas naquele curso de que eu participei não aconteceu nada disso”. É claro que não aconteceu. Nem comigo. Na verdade todo bom pescador se esconde. Ele fica bem escondido, você vai direto na isca gostosa, e nem imagina quem seja o pescador.

Eu lhe digo: atrás da isca do controle mental, quem está pescando é satanás. As pessoas dizem que existem padres e religiosas dando cursos de controle mental. Eu sei! Eu poderia ser um deles, se Deus não tivesse me salvado. Foquei tão seduzido pelo controle mental, que julguei ser a solução para os problemas de muita gente. Mas, graças a Deus, pelo poder
do Espírito Santo fui convencido do meu engano e da minha ingenuidade e fui liberto.

Já dialoguei com vários sacerdotes, colegas meus, que fizeram o curso de controle mental. Constato que ficaram tão convencidos e autosuficientes, que só a graça de Deus para convencê-los. O coração e a mente se endureceram tanto, que só o poder de Deus para romper a resistência. Já conversei com mais de um padre dirigente de curso de controle da mente… Mas veja: o inimigo coloca até de um padre, de uma religiosa para pescar incautos.

Não olhe a isca, acredite na Palavra do Senhor, e saiba que atrás dessa vara está satanás. A isca pode ser muito apetitosa, mas não abocanhe. Se ocorreu isso como você, peça, como eu, que o Senhor lhe dê a graça da libertação o mais depressa possível.

Liberte-se. Renuncie a tudo isso. Queime os livros, as apostilas do método; Desfaça-se de tudo. Faça uma boa confissão. Busque quem reze pela sua libertação.

Agora quero orar com você, por todas as pessoas que, como eu, foram ingênuas e caíram na tentação. Rezemos juntos:
Obrigado, Senhor porque me convenceste. Obrigado, porque me deste a mão e me salvaste. Agora rezo por todos os meus irmãos e irmãs. Peço que não seja eu, mas a Tua Palavra e o Teu Espírito Santo a convencer as pessoas. Peço uma verdadeira contrição de coração,
embora tenham alcançado coisas boas nestes cursos e nessas práticas,
dá-lhes a graça do arrependimento.

Que sejam convencidas de que somente Tu és o caminho, a verdade e a vida. Peço que estes meus irmãos tenham a capacidade e a força para renunciar a todos os “poderes” que adquiriram por meio do controle mental. Que renunciem a todo esse “poder”. Assim como Paulo expulsou aquele espírito de adivinhação daquela moça, que também eles sejam agora libertos, Senhor, destes “poderes” que não vem de Ti.

Renunciamos a estes “poderes”. Não queremos “poder” nenhum, a não ser o poder que vem do Teu Espírito Santo.

Em nome de Jesus e com a autoridade do Nosso Senhor Jesus Cristo, cortamos e quebramos todos os laços e cadeias com que satanás tinha amarrado e prendido estes filhos e filhas de Deus.

Renunciamos a toda falsidade, a toda mentira, ilusão, que bloqueou a mente destes filhos de Deus. Expulsamos toda presença maligna, toda contaminação e declaramos que Jesus Cristo é o único Senhor de suas vidas, de seus negócios e de seus bens.

Sede libertados, curados e purificados pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso único libertador. Nosso único Deus e Salvador. Solo Jesus Cristo é o Senhor! Amém.

(Retirado do Livro "Sim, sim; Não, não!" do Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova. Clique aqui e faça download do livro)
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...Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!
Sim, em todos os momentos dai graças, adore, louve, glorifique o Santíssimo Sacramento! Eis verdadeiramente Jesus presente na Eucaristia. Verdadeiramente trata-se do Sagrado Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Quando ides à Missa lembrai-vos que vais ver o Santo Sacrifício da Missa e comungará a própria Carne e Sangue de Jesus. Quando ides ao Sacrário, tenha a consciência de que está indo visitar o grande Rei, o Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, Jesus Cristo, que está verdadeiramente presente sob as espécias Eucarísticas.

Sim, graças e louvores se dêem a todo momento; e não somente em alguns instantes e ocasiões. Devemos louvar e honrar o Santíssimo sempre. Claro, existem ocasiões em que a manifestação pública da fé no Santo Corpo de Cristo ganha uma força especial pela solenidade, como no dia de Corpus Christh, por exemplo. Mas a nossa adoração deve se perpetuar durante todos os dias da nossa vida. Devemos testemunhar nossa fé durante toda nossa vida. Devemos adorar a Eucaristia sempre.

Por isso faço este post: a intenção é pedir que possamos honrar o Santíssimo Sacramento com toda a devoção do nosso coração, não só nas solenidades, mas além delas. Nas solenidades, como Corpus Christh, padre (se um sacerdote está lendo) exponha o Santíssimo Sacramento para ser adorado, mas não omita essa grande graça nos outros dias. Costuma-se expor todas as quintas em várias paróquias do mundo. Jesus não quer ser exposto para adoração apenas uma vez no ano; portanto, se cremos realmente que Jesus está presente na Eucaristia, possamos ver mais e mais paróquias com adorações públicas durante as quintas e até em outros dias. Você leigo(a) que ama Jesus, demonstre sua fé ornando o altar e a Capela do Santíssimo com flores. Visite mais vezes Jesus no Sacrário, faça-Lhe companhia, converse com Ele; afinal, se cremos que é Ele, porque não O visitamos? Se damos testemunho de ser Jesus com nossa boca? Por que não corremos para a Capela para adorar o nosso Amado? Visite Jesus,adore Jesus que está nos Sacrários do mundo inteiro. Faça adoração reparadora. Ensine as crianças a vizistar Jesus. Ensine outros adultos também sobre a fé na Eucaristia e ensine-as a adorar Jesus. Enfim, façamos tudo que está ao nosso alcance– simples ou complexo – para honrar Nosso Senhor Jesus Cristo que é o Santíssimo Sacramento. E isso não só nas solenidades, mas durante toda a vida fazer isso o quanto pudermos. Já dizia São João Bosco “Se queres receber muitas graças, visitai Jesus muitas vezes”.

Muitas vezes nós católicos somos aquele povo da qual fala o profeta Isaías: Este povo somente me honra com os lábios; seu coração, porém, está longe de mim. (Is 29,13).E isso nós percebemos quando dizemos crer na Eucaristia, porém tratamos-A como qualquer coisa. A forma que participamos da Missa (seja muitas vezes pela roupa e até comportamento dentro da Igreja), que nos comportamos diante de uma procissão ou postura diante do Sacrário, nos denunciam de que muitas vezes corremos o risco de estar honrando o Senhor com os lábios, mas não com o coração.

Imagine você debatendo com um protestante. Você cita várias passagens e mostra claramente que verdadeiramente é o Corpo e o Sangue do Senhor que Comungamos na Santa Missa; e não o pão com suco de uva que os protestantes comem e bebem nas suas pseudo ceias. Esse protestante não quis admitir na sua frente, mas ficou com uma pulga atrás da orelha. Sem você saber ele se dirige à uma Paróquia para ver esse “Santíssimo Sacramento” que os católicos tanto falam, e quer ter uma experiência pessoal pra saber se é Jesus realmente. Eis que ele entra na Paróquia e percebe que está acontecendo uma Missa. Quer dizer, era pra ser... Porque o que ele vê é um padre com berrante, chapéu de cowboy, todo mundo na moda sertaneja, e as músicas que animam a celebração é sertanejo com ritmo mundano só mudando algumas letras. Ele se assusta e decide então visitar outra Paróquia, mas em seu pensamento já dizia “como podem dizer ser o sacrifício de Cristo, se no Calvário todos choravam, e ali estão fazendo uma festa mundana? Esses católicos são perturbados mesmo...”. Chega em outra Paróquia, qual surpresa: outra Missa! Dessa vez a decepção é maior: dois pais de "santo" e uma mãe de "santo" ofertando cachaça, pipoca e outras oferendas para os exús. Pobre protestante, foi em mais uma celebração profanada dos desobedientes da Igreja. E logo se escandaliza. Mas não desiste. Ao chegar em outra Paróquia, dessa vez percebe que não está tendo Missa. Após procurar acha o Santíssimo da qual ouvia comentar. Logo ele vê que a Capela está vazia, Jesus abandonado, locam sujo, coisas quebradas, etc. Logo esse protestante fala “Se Jesus está aqui, porque está tão abandonado este lugar?” Logo chega alguns “fiéis”. Alguns jovens entram na Capela, fazem uma bagunça, conversam, riem alto, falam até alguma indecência – sem nem se importar com o irmão presente. E logo o protestante fala “Se Jesus está aqui, como comportam-se assim os católicos?” Chega ao fim do dia, e sua busca incessante pela verdade do Santíssimo Sacramento continua. Eis que entra na quarta Paróquia e está tendo uma Celebração do Santo Sacrifício da Missa. Dessa vez sem sustos, tudo muito belo, bem litúrgico. Mas ele logo pensa “Se isso é o Sacrifício de Cristo, e aí está presente verdadeiramente Jesus, como esses católicos participam? Como vou crer que este pedaço de pão é Jesus! Se fosse Jesus será que essa moça estaria com uma roupa tão curta aquele rapaz estaria com fone de ouvido, aquele casal estaria se agarrando? Se fosse Jesus realmente, as pessoas conversariam tanto durante a Missa? Se fosse Jesus as pessoas não se ajoelhariam? Querem me convencer que Jesus está presente. Só vi o quanto os católicos são mundanos”.

Daí este pobre protestante se afastou de vez da Igreja, portanto, se afastou do Santíssimo Sacramento. E devemos querer verdadeiramente catequizar e anunciar a verdade para nossos irmãos protestantes, pois Jesus deseja ardentemente que eles O comunguem, pois Ele mesmo diz ao instituir a Eucaristia “Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer. (Lucas 22,15)

Mas o fato é que em vez de atrair, afastamos. E por quê? Porque com a nossa boca dissemos para os protestantes: Jesus está na Santíssima Eucaristia; mas com a nossa atitude diante de Jesus no Santíssimo Sacramento, transpareceu o contrário. Eu honrando ou não, Jesus estará presente da mesma maneira. Só que para os que não creem, precisam ver também atos de adoração da minha parte para servir de testemunho. Portanto, se a Missa é o Sacrifício de Cristo, não se deve profaná-la com elementos mundanos e até coisas de religiões pagãs. Não podemos menosprezar o Santíssimo Sacramento.

Talvez tantos e tantos protestantes se converteriam se visse em nós, em nossa vida, em nossas atitudes, aquilo que professamos com os lábios. Oxalá um protestante real entre numa Paróquia – em solenidade ou não – e possa assistir a um Santo Sacrifício da Missa sendo celebrado de maneira piedosa, seguindo o Missal, sem profanação; que ao visitar o Sacrário contemple o zelo, respeito, pessoas recolhidas interiormente adorando Senhor; pessoas que não se envergonham de se ajoelhar no Sacrário ou na hora de Comungar, pois sabem que ali é o próprio Jesus da qual todo joelho se dobra diante d'Ele. Que esses protestantes tenham a feliz sorte de ver as Igrejas Católicas no mundo todo enfeitando as Capelas com flores, mas principalmente com orações. Oxalá os protestantes encontrem Paróquias que existem adoração perpétua, e então se questionem: “se faz-se escalas para adorar a Hóstia durante 24h por dia, algo de especial tem aí; quero experimentar”. Se desprezamos o Santíssimo Sacramento, como queremos que outros o honrem? Se vamos à Missa como se estivesse indo pra balada (se bem que tem gente que deve ir, convertei-vos em nome de Jesus!), como queremos convencer os que não creem de que estamos indo ao Calvário adorar e comungar Jesus? Claro, há pessoas que não sabem deste grandiosíssimo mistério de amor. Muitas pessoas agem assim (até pelas vestes) por ignorância. Mas falo aos que não são ignorantes, e para que possamos corrigir os mesmos na caridade e na verdade.

Por isso, amados irmãos e irmãs,
graças e louvores se deem a TODO momento,
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Orações que o Anjo da Paz ensinou para os videntes de Nossa Senhora de Fátima, para que reparassem o Santíssimo Sacramento por causa das ofensas por Ele (Jesus) sofridas.
“Meu Deus eu creio,
adoro, espero e amo-Vos;
peço-vos perdão pelos que não creem,
não adoram, e não Vos amam.”

“Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-

-Vos profundamente e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.”


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Meu video falando sobre o dom da Fortaleza

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Um grupo de blogueiros e youtuber's católicos se uniram em mais uma ação. Desta vez decidiram fazer videos, cada um em seu canal, sobre o Espírito Santo e seus dons. Logo abaixo postarei o link da Playlist com todos os 8 videos. Ajude a divulgar para que o fogo do Espírito Santo chegue aos corações de todos os povos.



Salve Maria Imaculada, Esposa do Espírito Santo!


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Ouça essa pregação e ajuda a divulgar.

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!


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Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Ah, quisera ser como São José. Sim, como queria ser como o São José, o justo. Quantas vezes tenho que reconhecer com o Apóstolo que “na minha carne, não habita o bem, porque o querer o bem está em mim, mas não sou capaz de efetuá-lo. Não faço o bem que quereria, mas o mal que não quero.” (Romanos 7,18-19); mas o glorioso São José é conhecido como o Justo (cf. Mateus 1,19). Se ele foi justo, bem viveu, com toda certeza, a palavra de Eclesiástico 4,33: “Combate pela justiça, a fim de salvares tua vida; até a morte, combate pela justiça, e Deus combaterá por ti contra teus inimigos”. Será por isso que, apesar de ser pobre, simples, humilde, Deus o escolheu para proteger o Menino-Deus e Sua Santa e Imaculada Mãe defendendo em meio aos poderosos que queriam matar Jesus? (cf. Mateus 2,13ss) Ele viveu a justiça. E por isso, com toda certeza, enquanto viveu nesta terra São José foi extremamente feliz; pois descobriu que a felicidade vem de Deus, e não do pecado e do que o mundo – que jaz do maligno – pode oferecer. Sim, feliz o homem que não procede conforme o conselho dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores, nem se assenta entre os escarnecedores (cf. Salmo 1,1).

Ah, quisera ser como São José. Sim, como queria ser como São José, o devoto de Nossa Senhora. Quanto tenho sido frio na minha devoção para com a Santíssima Virgem! Ó, como quisera amar a Santíssima Virgem na medida em que Deus quer que eu assim A ame e me consuma por Seu amor materno. Ah, São José viveu isso. Tu, eu, todo o mundo – principalmente os devotos escrupulosos, que temem receber a Santíssima Virgem como Mãe e Senhora – precisamos imitar o glorioso São José que não temeu receber Nossa Senhora como esposa (cf. Mateus 1,20). Ó, José, o justo, o pai adotivo de Jesus, após a visão do Anjo, não temeu receber Maria Santíssima em sua casa, em sua vida, em seu coração. Ó, muito maior é o Senhor Jesus, que é Deus, do que um anjo; e eis que o próprio Deus na Cruz disse-nos “Eis aí tua mãe” (cf. João 19,27). Então, quisera ser como São José, e diante da Palavra de Deus, tomar posse e receber Maria Santíssima como minha Mãe e Senhora.

Ah, quisera ser como São José. Sim, como queria ser como São José, o fiel escravo de amor de Jesus e Maria. Queria ser como ele que viveu no escondimento, sem nada murmurar, no silêncio amando a Jesus e Maria. Ó, quão feliz e santo seria se vivesse como ele: consumindo a minha vida pra sustentar Jesus e Maria. Ah, também queria consumir a minha vida para alimentar Jesus e Maria com os corações dos pecadores conquistados pra Eles. Ah, José trabalhou trabalhando a madeira para sustentar Jesus. Ó, quisera ser como São José e, imitando-o, alimentar Jesus nas almas com a Palavra de Deus e a fé Católica. Oxalá Deus me conceda a graça de ser como São José. Serei santo. Se tu fores como São José, serás santo. E não seríamos esta miséria que somos. Ó, Senhor concede-me ser como São José: te amar mesmo nos afazeres mais pequenos. Da simples marcenaria fabricando e/ou reformando alguns móveis tirava o sustento pra Jesus e Maria. A seu exemplo também queria amar e adorar a Cristo por Maria nas coisas mais simples, não por pregações, textos, cânticos, não, mas fazendo tudo isso na minha vida. Sim, quisera amar a Deus e na obediência do estado amar a Deus na rotina do trabalho. Ah, como São José queria ser. Amar a Deus lavando uma louça, lavando um banheiro, arrumando o quarto, carregando algo pesado, trabalhando no escritório, trabalhando recolhendo o lixo na rua, trabalhando, sim, no que Deus me chama a fazer. Quisera ser como São José que tudo fazia por Jesus e Maria, longe do olhar humano, mas fazendo TODAS AS COISAS por amor a Deus que vê no coração (cf. 1Samuel 16,7). Mas no apostolado, na vocação, enfim, no chamado que o Senhor nos faz neste tempo, particularmente digo: quisera ser como São José e alimentar Jesus e Maria nos corações de todos os povos.

Ah, quisera ser como São José. Sim, queria ser como São José, o obediente. Oxalá fosse obediente como o glorioso São José! Ele que não exitou quando o Anjo disse para receber Nossa Senhora como esposa (cf. Mateus 1,20), e também não exitou em fugir para o Egito quando o Anjo lhe anuncia que querem matar Jesus (cf. Mateus 2,13ss). Ó, por que não sou obediente como São José quando escuto o que Deus me manda? Por que diante de uma pregação, da leitura da Palavra de Deus, da doutrina da Igreja que me chega, por que – responda-me carne minha – por que não sou obediente como o glorioso São José. Ele se desfez dos seus sonhos, e realizou o sonho, ou seja, o desejo de Deus pra sua vida. Talvez queria ter vários filhos, mas Deus lhe dá a Virgem Maria para cuidar junto com Cristo. Talvez estivesse com a vida estabilizada onde morava – embora pobres – mas imediatamente obedece a voz de Deus através do anjo e foge pro Egito. Queria também ser obediente a Deus e também aos superiores (obedecendo a Deus em primeiro lugar, e nunca obedecendo quando me mandam o pecado).

Ah, quisera ser como São José. Sim, queria ser como São José, o casto. Ó, num mundo tão erotizado, quisera ser como São José que viveu sua castidade ao lado de Maria e Jesus. Ele descobriu que a sexualidade desordenada – como vemos nos nossos dias – não trás a felicidade. Mas Ele já tinha a felicidade consigo: Jesus Cristo. E contemplando São José vejo que só pode manter a pureza porque conviveu com a Puríssima Virgem Maria, a grande Mãe de Deus, e com o próprio Deus. Então vejo que para eu viver a castidade na minha vida – seja lá qual o estado de vida – devo, a exemplo de São José, ser devotíssimo de Nossa Senhora, sempre rogar a Ela, e estar unido a Cristo pela oração e pela Eucaristia (este privilégio nosso que São José não teve. Imagine se tivesse Comungado, oh, quisera ser como São José).

Ah, quisera ser como São José. Sim, queria ser como São José, o homem em paz com Deus. Muitas vezes na nossa vida espiritual passamos por aridez, por securas, por momentos onde buscamos o Senhor e as vezes nos parece longe. Não, não é o pecado; falo aqui da aridez espiritual que o Senhor usa para nos purificar. E na aridez espiritual quisera ser como São José, o orante nato. Este homem manteve a paz em meio ao sumiço de Jesus por três dias (Lucas 2,41ss). Pode ter se angustiado, afinal, ele que era justo, havia perdido o Menino-Deus da qual foi designado pelo Criador como guardião. Mas ele não se desespera. Jesus estava no templo (assim como Jesus está na Igreja, no sacrário). E São José nos mostra que quando Jesus se oculta, pela aridez espiritual, manter a devoção a Virgem Maria é o meio para permanecer fiel. Em três dias acharam Jesus. E se ele tivesse ido procurar só? Talvez demoraria mais. Por isso muitas vezes se estende nossa aridez, nossas angústias, o nosso “não discernir” a vocação; mas José, muito pelo contrário, passou pelos três dias da purificação ao lado de Maria, e logo acharam-O. Ah, quisera ser como São José que manteve a paz e achou Jesus. Quantas vezes nos inquietamos quando passamos pela aridez, pelo tormento, pelas angustias, pelas tentações. Ah, quisera ser como São José e entender que o lugar de Cristo é no templo (Igreja Católica) (cf. Lucas 2,49) e não mais buscá-Lo fora buscando no pecado, nas pessoas, em seitas. Ó, como seria feliz se fosse como São José, que em meio a aridez sabia onde estava a sua confiança: em Deus, no Cristo Senhor nosso. Por que não sou assim, alma minha? Trate de imitar São José! Ande!

Ah, quisera ser como São José. Enfim, como queria ser como São José na hora da minha morte. Não à toa ele é o protetor da boa morte! Que morte bendita e gloriosa! Depois de consumir minha vida por Jesus e Maria, quero enfim, ser como São José, e morrer nos braços ditosos, benditos e adoráveis de Jesus Cristo. Que ditosa morte a de São José: morrer nos braços de Jesus e Maria Santíssima! Que demônio ousaria atormentar este justo homem morrendo nos braços do próprio Deus e da Advogada dos pecadores? Ó meu Jesus, ó minha Mãe Maria Santíssima, vos rogo que, na hora da minha morte, estejais presentes também recebendo a minha alma e conduzindo-a para o Céu. Reconheço que pelas minhas misérias talvez tenha que fazer uma “parada” no purgatório. Mas desde já, vos suplico, Jesus e Maria, livrai minha alma do inferno que merece pelos pecados, e dá-me Vossa Misericórdia que suplico e que quereis me dar. Mãe de Deus e Senhor Jesus Cristo, recomendo-me a Vós, assim como o glorioso São José, e peço a graça de ter uma boa morte. Ah, como serei feliz se ao morrer visitar-me minha querida Mãe e meu Misericordioso salvador! Talvez eu e tu, caro leitor, seremos mais felizes na nossa morte – de certa maneira – do que São José, afinal, na nossa morte quem sabe Deus permite que, além de Jesus e Nossa Senhora, esteja presente o próprio glorioso São José. Eita felicidade. Depois de um tenebroso vale de lágrimas, a glória celestial.

Enfim, Senhor, a exemplo de São José quero ser santo e amar-Te de todo o meu coração e toda a minha alma. Dá-me a graça de viver as obras de justiça e não mais o pecado. Mãe de Deus, Mãe de Misericórdia, a vós consagrado a hora da minha morte para que seja ditosa como a de São José. Ó glorioso São José, que também sois conhecido como o terror dos demônios, roga por mim para que, como homem neste século tão desventurado, possa viver a santidade que Deus quer, e imitando as virtudes que vós vivestes, possa eu amar a Jesus e Maria de todo o meu coração e toda a minha alma. Dá-me a graça, São José, de viver em santidade e na hora da morte ter a graça de morrer nos braços de Jesus, Maria e nos teus também.

Ah, e a exemplo de São José, na minha sagrada família, que reinem Jesus e a Santíssima Virgem Maria.

Jesus, Maria e José, minha família Vossa é! Glorioso São José, rogai por nós!

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
Viva Cristo Rei do universo!
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Por Julio Loredo – Corrispondenza Romana | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com: Muito se tem falado nestes dias sobre Dom Helder Câmara, cujo processo de beatificação foi recentemente aprovado pelo Vaticano. Para o italiano médio, a figura de Mons. Helder Pessoa Câmara (1909-1999), bispo auxiliar do Rio de Janeiro e, em seguida, arcebispo metropolitano de Olinda-Recife, é quase desconhecida.
domhelderQuem foi Dom Helder?
Propaganda que beira o limite do ridículo
As únicas notícias sobre Dom Hélder Câmara que passam pelos filtros da nossa imprensa são aquelas provenientes das fábricas de propaganda local, de modo tão desequilibrado que eu não tenho medo de defini-las como beirando o limite do ridículo.
Lembro-me bem, por exemplo, da reação da imprensa na época da morte de Dom Helder, em agosto de 1999. Os meios de comunicação italianos competiam entre si em panegíricos, dando títulos altissonantes como “profeta dos pobres”, “santo das favelas”, voz  do Terceiro Mundo”, “Santo Helder das Américas” e assim por diante. Foi uma espécie de canonização pelos meios de comunicação de massa (1).
Esta mesma máquina de propaganda parece ter sido reativada com a abertura do processo de beatificação, assinado no Vaticano no último 25 de fevereiro. Algumas informações sobre o assunto, de fato, não fariam mal algum.
Militante pró-nazista
Talvez poucas pessoas saibam, mas Dom Helder Câmara começou sua vida pública como militante na direita pró-nazista.
Ele foi, de fato, hierarca da Ação Integralista Brasileira (AIB), o movimento pró-nazista fundado por Plínio Salgado. Em 1934, o então Padre Câmara passou a fazer parte do Conselho Supremo da AIB. Dois anos depois, ele se tornou o secretário pessoal de Plínio Salgado e então Secretário Nacional de AIB, participando como protagonista em comícios e passeatas paramilitares que imitavam as dos nazistas na Alemanha. Suas convicções pró-nazistas eram tão profundas, que ao ser ordenado sacerdote fez questão de vestir, sob a batina, a famigerada “camisa verde” que era o uniforme da milícia integralista.
Em 1946, o arcebispo do Rio de Janeiro queria fazê-lo seu bispo auxiliar, mas a Santa Sé recusou por causa de sua precedente militância pró-nazista. A nomeação veio apenas seis anos depois. Enquanto isso, Helder Câmara havia completado sua passagem do integralismo pró-nazista ao progressismo pró-marxista.
Quando, em 1968, o escritor brasileiro Otto Engel escreveu uma biografia de Mons. Câmara, ele recebeu ordens sumárias da Cúria de Olinda-Recife proibindo-o de publicá-la. O arcebispo não queria que seu passado pró-nazista fosse conhecido.
Da JUC para o PC. A Ação Católica Brasileira
Em 1947, Padre Câmara foi nomeado Assistente Geral da Ação Católica brasileira, que, sob sua influência, começou a deslizar para a esquerda para abraçar, em alguns casos, o marxismo-leninismo. A migração foi particularmente evidente na JUC (Juventude Universitária Católica), da qual Helder Câmara era particularmente próximo. Assim escreve Luiz Alberto Gomes de Souza, então secretário da JUC: “A ação dos militantes da JUC (…) foi convertida em um compromisso que, pouco a pouco, se revelou socialista” (2).
A revolução comunista em Cuba (no ano de 1959) foi recebida com entusiasmo pela JUC. De acordo com Haroldo Lima e Aldo Arantes, líderes da JUC, “o ressurgimento das lutas populares e o triunfo da revolução cubana em 1959 abriu a idéia de uma revolução brasileira à JUC”. O deslize para a esquerda foi muito facilitado pela cooperação da JUC com a UNE (União Nacional de Estudantes), muito próxima ao Partido Comunista. “Como resultado de sua militância no movimento estudantil – prosseguem Arantes e Lima – a JUC foi forçada a estabelecer uma agenda política mais ampla para os cristãos de hoje. Foi assim que, no Congresso de 1960, foi aprovado um documento (…) no qual se anunciava a adesão ao socialismo democrático e à idéia de uma revolução brasileira “(3).
Durante o governo de esquerda do presidente João Goulart (1961-1964), foi formada dentro da JUC uma facção radical chamada inicialmente de O Grupão, que mais tarde veio a ser transformado em Ação Popular (AP) que, em 1962, se definiu a si mesmo como socialista . No congresso de 1963, a AP aprovou seus estatutos por meio dos quais “abraçava o socialismo e propunha a socialização dos meios de produção.” Estatutos que continham, entre outras coisas, elogios à revolução soviética e um reconhecimento da  “importância decisiva do marxismo na teoria e na práxis revolucionária “(4).
O desvio, no entanto, não parou por aí. No Congresso Nacional, de 1968, a Ação Popular se proclamou marxista-leninista, mudando o nome para Ação Popular Marxista-Leninista (APML). Visto que nada mais a separava do Partido Comunista, em 1972 foi decidido que ela deveria ser dissolvida e incorporada ao Partido Comunista do Brasil. Através desta migração, muitos militantes da Ação Católica acabaram indo participar da luta armada durante aqueles  anos de chumbo no Brasil.
Contra o parecer de não poucos bispos, Mons. Helder Câmara foi um dos defensores mais entusiasmados e convictos da migração da JUC para a esquerda.
Contra Paulo VI e outras esquisitices
Em 1968, quando o Papa Paulo VI estava prestes a publicar a encíclica Humanae Vitae, Mons. Helder Câmara tomou partido abertamente contra o Pontífice, qualificando a sua doutrina sobre a contracepção como “um erro destinado a torturar os esposos e perturbar a paz de muitos lares” (6).
Em um poema que realmente provocou celeuma, o arcebispo de Olinda-Recife,  ironizava as mulheres “vítimas” da doutrina da Igreja, forçadas, segundo ele, a gerar “monstros”: “Filhos, filhos, filhos! Se a relação sexual é o que você quer, você tem de procriar! Mesmo que seu filho nasça sem órgãos, as pernas feito palitos, a cabeça grande, feio de morrer!”.
Helder Câmara também defendia o divórcio, endossando a posição das igrejas ortodoxas que “não excluem a possibilidade de um novo casamento religioso para quem foi abandonado  [pelo cônjuge].” Perguntado se isso não iria dar razão para os secularistas, ele respondeu: “Que importa se alguém cante vitória, se ele está certo?”.
O inquieto Arcebispo reivindicava também em alta voz a ordenação de mulheres. Falando a um grupo de bispos durante o Concílio Vaticano II, perguntava insistentemente: “Diga-me, por favor, se encontram algum argumento efetivamente decisivo para impedir o acesso de mulheres ao sacerdócio, ou se trata apenas de um preconceito masculino?” .
E que importa se o Concílio Vaticano II impediu depois essa possibilidade? Segundo Câmara, “temos de ir além dos textos conciliares [cuja] interpretação compete a nós.”
Mas os devaneios não terminam por aí. Em uma conferência realizada na frente dos Padres conciliares, em 1965, ele afirmava: “Eu creio que o homem criará a vida artificialmente, chegará à ressurreição dos mortos, e (…) obterá resultados milagrosos na recuperação de pacientes do sexo masculino através do enxerto de glândulas genitais de macacos”.
Defendendo União Soviética, China e Cuba
As tomadas de posições concretas  de Dom Helder Câmara em favor do comunismo (embora às vezes criticava o ateísmo) foram numerosas e consistentes.
Por exemplo, permanece tristemente notório seu discurso de 27 de Janeiro de 1969, em Nova York, durante a sexta conferência anual do Programa Católico de Cooperação Interamericana. Sua intervenção foi assim tão favorável ao comunismo internacional, que lhe valeu o epíteto de “arcebispo vermelho”, um apelido que permaneceria indissoluvelmente ligado ao seu nome.
Depois de ter reprovado duramente a política os EUA e a sua política anti-soviética, Dom Helder propôs um corte drástico nas forças armadas dos EUA, enquanto pedia à URSS para manter suas capacidades bélicas, a fim confrontar o ‘”imperialismo”. Ciente das consequências desta estratégia, ele defendeu-se de antemão: “Não me digam que esta abordagem colocaria o mundo nas mãos do comunismo!”
Do ataque contra os Estados Unidos, Helder Câmara passou a tecer o panegírico da China de Mao Tse-Tung, então repleta da  “revolução cultural”, que causou milhões de mortes. O Arcebispo Vermelho pediu formalmente a admissão da China comunista à ONU, com a consequente expulsão de Taiwan. Ele terminou seu discurso com um apelo a favor do ditador cubano Fidel Castro, que naquela época estava ativamente empenhado em promover a guerrilha sangrenta na América Latina. Ele também exigiu que Cuba fosse readmitida na  OEA (Organização dos Estados Americanos), da qual havia sido expulsa em 1962.
Esta intervenção, tão descaradamente pró-comunista e anti-ocidental, foi denunciado pelo prof. Plinio Corrêa de Oliveira no manifesto “O Arcebispo Vermelho abre as portas da América e do mundo para o comunismo”: “as declarações contidas no discurso de Dom Helder delineam uma política de rendição incondicional do mundo ao comunismo. Estamos diante de uma realidade chocante: um bispo da Igreja Católica Romana empenha o prestígio decorrente da sua dignidade como um sucessor dos Apóstolos para demolir os bastiões da defesa militar e estratégica do mundo livre de frente ao comunismo. O Comunismo, que é o inimigo mais radical, implacável, cruel e insidioso, que mais atacou a Igreja e a civilização cristã em todos os tempos “(7).
Um projeto da revolução comunista para a América Latina
Mas talvez o episódio que causou maior espanto foi o chamado “affaire Comblin”.
Em junho de 1968, um documento bomba preparado sob os auspícios de Dom Helder Câmara pelo padre belga José Comblin, professor do Instituto Teológico (seminário), em Recife, vazou para a imprensa brasileira. O documento propunha, sem véus, um plano subversivo para desmantelar o Estado e estabelecer uma “ditadura popular” de matriz comunista. Aqui estão alguns pontos:
Contra a propriedade. No documento, Comblin defende uma reforma tripla – agrícola, urbana e fiscal – partindo do pressuposto de que a propriedade privada e, portanto, o capital são intrinsicamente injustos. Qualquer uso privado do capital  deve ser proibido por lei.
Total Igualdade. O objetivo, afirma Comblin, é estabelecer a igualdade total. Cada hierarquia, tanto no plano político-social como eclesial, deve ser abolida.
A Revolução política e social. No campo político-social essa revolução igualitária propunha a destruição do Estado por mãos de “grupos de pressão” radicais, os quais uma vez tomado o poder, deverão estabelecer uma férrea “ditadura popular” para amordaçar a maioria, considerada “indolente”.
Revolução na Igreja. Para permitir que essa minoria radical governe sem obstáculos, o documento propõe a anulação virtual da autoridade dos bispos, que estariam submissos  ao poder de um órgão composto apenas por extremistas, uma espécie de “Politburo” eclesiástico.
Abolição das Forças Armadas. As Forças Armadas deveriam ser dissolvidas e suas armas distribuídas ao povo.
A censura na imprensa, rádio e TV. Enquanto o povo não tiver atingido um nível aceitável de “consciência revolucionária”, a imprensa, rádio e TV seriam estritamente controladas. As elites que discordam devem deixar o país.
Tribunais Populares. Acusando o Poder Judiciário de ser “corrompido pela burguesia”, Comblin propõe o estabelecimento de ” tribunais populares extraordinários ” para aplicar o rito sumário contra qualquer um que se oponha a este vento revolucionário.
Violência. No caso, que não fosse possível implementar este plano subversivo por meios normais, o professor do seminário de Recife considerava legítimo recorrer às armas para estabelecer, pela força militar, o regime que ele teorizou (8).
O apoio de Helder Câmara
O “Documento Comblin” no Brasil teve o efeito de uma bomba atômica. Em meio a polêmica que se seguiu, o Padre Comblin não negou a autenticidade do documento, mas disse apenas que, se tratava “só de um esboço” (sic!). Por seu lado, a Cúria de Olinda-Recife admitiu que o documento havia saído do seminário diocesano, sim, mas afirmava que “não é um documento oficial” (sic de novo!).
Interpretando a legítima  indignação do povo brasileiro, prof. Plinio Corrêa de Oliveira, então, escreveu uma carta aberta ao Mons. Helder Câmara, publicada em 25 jornais. Lemos na carta: “Estou certo de interpretar o sentimento de milhões de brasileiros pedindo a Sua Excelência que expulse do Instituto Teológico do Recife e da Arquidiocese, o agitador que tira proveito do sacerdócio para apunhalar a Igreja, e abusa da hospitalidade brasileira para pregar o comunismo, a ditadura e a violência no Brasil “.
Helder Câmara respondeu evasivamente: “Todo mundo tem o direito de discordar. Eu simplesmente ouço todas as opiniões”. Mas, ao mesmo tempo, confirmou Padre Comblin no cargo de professor do Seminário, respaldando-o com a sua autoridade episcopal. No final, o governo brasileiro revogou o visto do padre belga, que, em seguida, teve que deixar o país.
Teologia da Libertação
Mons. Helder Câmara também é lembrado como um dos paladinos da chamada “Teologia da Libertação”, condenada pelo Vaticano em 1984.
Duas declarações sintetizam essa teologia. A primeira, do compatriota de Dom Helder, Leonardo Boff: “O que propomos é o marxismo, o materialismo histórico, na teologia” (9). A segunda, do peruano Gustavo Gutiérrez, padre fundador da corrente: “aquilo que entendemos como teologia da libertação é o envolvimento no processo político revolucionário” (10). Gutiérrez até explica o sentido dessa participação: “Só indo muito além de uma sociedade dividida em classes. (…) só eliminando a propriedade privada da riqueza criada pelo trabalho humano, nós seremos capazes de estabelecer as bases para uma sociedade mais justa. É por isso que os esforços para se projetar uma nova sociedade na América Latina estão se movendo cada vez mais em direção ao socialismo “(11).
Precisamente sobre este tema recentemente foi publicado na Itália um livro pela editora Cantagalli:  “Teologia da Libertação: um salva-vidas de chumbo para os pobres” (12).
Amigo dos pobres e da liberdade?
Mas talvez a maior lorota sobre Helder Câmara é tentar apresentá-lo como um amigo dos pobres e defensor da liberdade.
O título de defensor da liberdade cai muito mal pra quem elogiou algumas das ditaduras mais sangrentas que flagelaram o século XX. Primeiramente o nazismo e depois o comunismo em todas as suas vertentes: soviética, cubana, chinesa…
Acima de tudo, todavia, o título de amigo dos pobres não corresponde exatamente a alguém que apoiou regimes que causaram uma pobreza tão espantosa a ponto de serem qualificados pelo então cardeal Joseph Ratzinger  como a “vergonha de nosso tempo” (13).
Uma análise cuidadosa da América Latina -, país por país – mostra claramente que onde foram aplicadas as políticas propostas por Dom Helder, o resultado foi um aumento significativo da pobreza e do descontentamento popular. Lá onde, ao invés, foram aplicadas políticas opostas, o resultado foi um aumento geral de bem-estar.
Um exemplo para todos: a reforma agrária, da qual Dom Helder foi o principal promotor e que, ao invés disso, mostrou-se “o pior fracasso da política pública em nosso país”, segundo palavras do insuspeito Francisco Graziano Neto, presidente do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que é o departamento responsável pela implementação da reforma agrária no Brasil (14).
O leitor interessado em explorar o tema, com grande quantidade de dados estatísticos relevantes, pode consultar o livro mencionado acima (15).
Indro Montanelli tinha razão quando disse: “a esquerda ama tanto os pobres que toda vez que chega ao poder faz com que seu número aumente”.

1. Cfr. Julio LOREDO, L’altro volto di Dom Helder, “Tradizione Famiglia Proprietà”, novembre 1999, pp. 4-5.

2. Luiz Alberto GOMES DE SOUZA, A JUC. Os estudantes católicos e a política, Editora Vozes, Petrópolis 1984, p. 156.

3. Haroldo LIMA e Aldo ARANTES, História da Ação Popular. Da JUC ao PC do B, Editora Alfa-Omega, São Paulo 1984, p. 27-28.

4. Ibid., p. 37.

5. Si veda, per esempio, Scott MAINWARING, The Catholic Church and Politics in Brazil, 1916-1985, Stanford University Press, 1986, p. 71.

6. Cfr. Helder PESSOA CÂMARA, Obras Completas, Editora Universitária, Instituto Dom Helder Câmara, Recife, 2004. Cfr. Massimo INTROVIGNE, Una battaglia nella notte, Sugarco Edizioni, Milano 2008.

7. Plinio CORRÊA DE OLIVEIRA, O Arcebispo vermelho abre as portas da América e do mundo para o comunismo, “Catolicismo” Nº 218, febbraio 1969. È interessante confrontare – per rilevarne le numerose somiglianze – il discorso di Dom Helder con quello tenuto da Ernesto “Che” Guevara all’ONU il 12 dicembre 1964.

8. Si veda Plinio CORRÊA DE OLIVEIRA, TFP pede medidas contra padre subversivo, “Catolicismo”, Nº 211, luglio 1968.

9. Leonardo BOFF, Marxismo na Teologia, in “Jornal do Brasil”, 6 aprile 1980.

10. Gustavo GUTIÉRREZ, Praxis de libertação e fé cristã, Appendice a Id., Teologia da libertação, Editora Vozes, Petrópolis 1975, p. 267, p. 268.

11. Gustavo GUTIÉRREZ, Liberation Praxis and Christian Faith, in Lay Ministry Handbook, Diocese of Brownsville, Texas 1984, p. 22.

12. Julio LOREDO, Teologia della liberazione: un salvagente di piombo per i poveri, Cantagalli, Siena 2014.

13. SACRA CONGREGAZIONE PER LA DOTTRINA DELLA FEDE, Istruzione Libertatis Nuntius, XI, 10.

14. Francisco GRAZIANO NETO, Reforma Agraria de qualidade, in “O Estado de S. Paulo”, 17 aprile 2012.

15. Julio LOREDO, Teologia della liberazione: un salvagente di piombo per i poveri, pp. 315-338. Il libro può essere richiesto online a info@atfp.it


Fonte: http://www.corrispondenzaromana.it/notizie-dalla-rete/chi-era-davvero-dom-helder-camara/
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