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Prof. Anderson Bezerra

08 de dezembro - 12:00 hora da graça - Dia da Imaculada. 
Revelação de Nossa Senhora da Rosa Mística em Fontanelle (Itália) para Pierina, foi revelado que no dia 08 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, ao meio dia (12:00) hs, será a hora da graça universal. Nossa Senhora irá interceder, de maneira muito especial, pelos nossos pedidos feitos neste horário. 
ORAÇÃO: Conceição Imaculada de Maria, por todos os Vossos méritos, abri as portas do Vosso Coração e deixai espalhar pelo mundo todo, graças incontáveis, repletas de bênçãos espirituais e temporais (fazer o pedido).
REZA-SE EM SEGUIDA:
7 Ave-Maria em honra da 7 dores do Coração Imaculado de Maria.
3 Glórias ao Pai em honra da Santíssima Trindade intercaladas com: "Rosa Mística, rogai por nós".





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“Magia e ocultismo se alastram cada vez mais nos movimentos feministas” - comenta B. Wenish. B. WENISCH, Satanismo, p. 38.)

“Tremei, tremei, as bruxas estão de volta”

Foi na Itália, em 1977, que a palavra bruxa foi empregada pela primeira vez no movimento feminista. Uma jovem havia morrido em conseqüência de estupro violento. Os jovens culpados foram condenados a penas relativamente leves. Isto ocasionou uma colossal demonstração feminista de protesto. Aproximadamente 100 mil mulheres se reuniram à noite nas ruas de uma importante cidade italiana fazendo grande alarido e gritando em coro: “Tremei, tremei, as bruxas estão de volta!”. (Ibidem, p. 35.)

Certas militantes do movimento feminista consideram as bruxas como símbolo adequado de seu anseios. Para elas as bruxas teriam sido perseguidas porque eram entendidas em medicamentos, parteiras que conheciam métodos abortivos e de prevenção da gravidez; mulheres que tentavam libertar-se do domínio masculino rompendo com a ordem religiosa e social dominante. Segundo ainda as feministas, é a memória dessas mulheres (as bruxas) que serve de inspiração para sua própria luta contra as estruturas patriarcais da sociedade atual.

Além disso algumas feministas se dedicam a práticas magico-ocultistas, como meio de obter a sua suposta emancipação.

O movimento Wicca

É o caso do poderoso movimento feminista — na realidade uma verdadeira seita satanista — que se apresenta a si mesmo como uma forma de continuação das bruxas e feiticeiras medievais. Trata-se do movimento Wicca palavra inglesa arcáica da qual deriva o moderno vocábulo witch, bruxa. A seita Wicca se define decididamente como pagã e se coloca conscientemente contra o Cristianismo. Venera a Grande Deusa donde provém toda a vida e para onde tudo retorna. Ao lado, ou antes, abaixo dessa Grande Deusa está o poderoso deus cornudo, derivado do princípio feminino, o qual dizem elas, na época de perseguição às bruxas, era identificado com demônio bíblico. Trata-se de um panteísmo de cunho feminino, e não é de admirar que a seita procure vinculações com o movimento feminista e se considere parte integrante e militante dele, por razões religioso-filosóficas.

As adeptas dessa nova bruxaria se reúnem em grupos de, no máximo, 13 pessoas para praticar a magia. Insistem em que não há magia negra e, portanto, feitiçaria prejudicial, mas que a força mágica só é usada para fins positivos. Seja como for, quem criou rituais para grupos Wicca foi nada menos que o notório satanista inglês Aleister Crowley. Outro ocultista britânico, Alex Sanders, dirigente de um ramo dessa seita, declarava-se, no melhor estilo de Crowley, The Devil Incarnate (o Demônio Encarnado); ele descreve um ritual para a conjuração de um demônio, que consistia na prática de um ato mágicosexual de incesto com a própria irmã.(Cf. B. WENISCH, Satanismo. pp. 32-34.)

Em uma publicação francesa encontramos outros dados sobre as feitiçeiras do movimento Wicca:
“Conhecem-se atualmente os ritos do movimento Wicca, celebrados na ilha de Man (Inglaterra), ou na floresta de Fontainebleau (França). A grande sacerdotisa Monique Maria Mauricette Wilson, que se faz chamar Lady Olwen, oficia nua, como nos antigos sabás. ...

“Sobre o altar são colocados recipientes para sal e água, hervas, um incensador, velas, um cálice e outros objetos. A feiticeira-chefe, enquanto todos se ajoelham em círculo em torno dela, ajoelha-se por sua vez, benze o sal e a água e os mistura com um punhal de punho negro, símbolo do poder luciferino, que toda feiticeira possui.

“A Missa negra, que é difícil de se distinguir do sabá, comporta um ritual litúrgico análogo ao das missas comuns (católicas) com exceção de certas orações, recitadas ao contrário por espírito de profanação. A elevação é o momento esperado para a profanação suprema. A hóstia é ora uma fatia de pão negro, ora uma rodela de rábano.* O oficiante a eleva em geral sobre o corpo de uma jovem nua sobre um altar, proferindo injúrias; ele atira depois a hóstia para as feiticeiras e bruxos, os quais se precipitam para calcá-la aos pés. A missa termina com uma frase ritual: Ide ao diabo” (Claude PETIT-CASTELLI, Les Sectes enfer ou paradis, p. 154.)

*Aqui se faz uma paródia sacrílega da Santa Missa. Entretanto, sempre que conseguem, os satanistas preferem que um sacerdote católico, que esteja num grau de apostasia suficiente para se prestar a tal abominação, celebre uma Missa durante uma cerimônia dessas, na qual ocorra verdadeira consagração; ou, senão, procuram obter hóstias verdadeiramente consagradas em Missas válidas, para serem profanadas nesses rituais satânicos. Quanto à validade da consagração das espécies eucarísticas no contexto de uma Missa negra, os teólogos discutem; alguns afirmam, outros negam tal validade.

Ecologismo e ocultismo

B. Wenisch continua na sua análise do movimento feminista-ocultista: “A onda esotérica aparece também nos grupos alternativo-ecológicos.” E se refere a uma autora feminista-ecologista que “pratica rituais mágicos, sente-se em contacto com seres espirituais, e baseada em supostas experiências de vida terrena pregressa, acredita na reencarnação. Considera-se a reencarnação de uma bruxa executada nos inícios da Idade moderna”. (B . WENISCH, Satanismo, p. 38.)

(Retirado do livro "Anjos e Demônios - A luta contra o poder das trevas" de autoria de Gustavo Antônio Solímeo e Luiz Sérgio Solímeo / Quem quiser fazer download do livro poderá encontrá-lo no seguinte link: http://www.fimdostempos.net/anjos_demonios_luta.pdf)

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É incrível como estamos vivendo em uma sociedade doente. E se a sociedade como um todo está doente, como um médico devemos investigar onde está agindo este vírus, ou mesmo onde está alojado este tumor que faz a sociedade padecer. E se investigarmos bem, veremos que a família é que tem causado este mal; ou melhor, a falta de família. Sim, a família é a base da sociedade, e se a família vai mal, toda sociedade também vai no mesmo caminho. Por isso, se queremos uma sociedade sadia, devemos restaurar as nossas famílias. E digo família mesmo, e não os espantalhos que a mídia quer nos forçar a aceitar como família.
Talvez nada tenha sido usado de maneira tão exitosa para os interesses de quem quer destruir a sociedade ocidental (judaico-cristã) do que o feminismo. O feminismo é um movimento macabro de mulheres que dizem lutar pelos direitos iguais das mulheres em relação ao homem; mas na realidade só conseguiram transformar a mulher num homem mal acabado, bruto, e sem sentido. Muitas das mulheres que aderiram ao movimento feminista nos seus primórdios eram mulheres ricas, que não trabalhavam, sustentadas por seus maridos; e começou a lutar pelo grande direito de trabalhar. Vai lá, lutaram para conseguir os direitos iguais de também trabalhar nas minas de carvão, por exemplo.
Só que o interesse principal do feminismo não é abrir espaço para a mulher no mercado de trabalho. Sua função principal é destruir todo traço de feminilidade da mulher, é destruir o ser mulher, o sentido da mulher, a maternidade. Ora, a Maçonaria sabia muito bem que para tomar a sociedade e tentar destruir a Igreja deveria destruir a mulher; pois assim acabaria com as famílias e ganharia as crianças na sua mais tenra infância.
As mulheres começaram a dar ouvidos a essas lorotas feministas, e então começaram a abandonar o lar, largando seus filhos nas mãos de Deus sabe quem. Hoje muitas crianças não são educadas pela mãe, que tem essa principal função, mas sim pelo Estado que desde cedo infundi coisas erradas nas crianças fazendo-as perderem a inocência bem cedo.
O feminismo que prega a igualdade de gênero acabou transformando a mulher num modelo mal acabado do homem. Ante o “cafajestismo” de muitos homens, a mulher poderia – e pode – escolher entre um bom e um mal homem para se casar. Mas com o feminismo não, se o homem não presta, elas começaram a não prestar duas vezes mais. Se o homem trai, vamos trair antes; se o homem se embriaga, vamos pra farra; se o homem se droga, vamos pra “vida loka” também. Se o homem fugindo daquilo que Deus sonhou pra ele, daquilo que é a função de homem, é um pecado; as mulheres ao invés de fugir desses maus homens, se inspiraram neles para ser essa cópia mal acabada que vemos hoje.
Sendo assim, a família fica doente. Afinal, no lar deveria ter uma mulher virtuosa e um homem viril. E o que o feminismo fez? Em muitos lares temos “casais” em vida impura. Temos lares que é um querendo passar o outro: um querendo mostrar que o outro é melhor, que ganha mais, que pode mais. Um querendo mostrar pro outro que... Bom, não existe outro porque ensinaram que quando vai mal, descarta, divorcia (quando se casa, neh?); ou porque se tem relação casual sem compromisso, até se tornando mãe solteira. Aqui não é nenhum julgamento a quem vive nessa realidade, mas quero esclarecer que tudo isso é reação de uma ação. Tudo isso é fruto da árvore do feminismo.
A Palavra de Deus vai nos descrever algo belo sobre a mulher virtuosa: “Aquele que possui uma mulher virtuosa tem com que tornar-se rico; é uma ajuda que lhe é semelhante, e uma coluna de apoio. Onde não há cerca, os bens estão expostos ao roubo; onde não há mulher, o homem suspira de necessidade” (Eclesiástico 36,26-27). Ora, por isso a família, e consequentemente a sociedade, padece sem medida: onde está a mulher virtuosa? Cadê ela? A mulher é uma coluna de apoio para o homem, entretanto, quis ela tornar-se a pedra angular, a poderosa, a manda chuva... Perdoe-me o termo, mas... deu merda! Na sociedade e na família cada um tem sua função. A mulher é essa coluna de apoio para o homem no lar. A mulher sem ser essa coluna de apoio, o que acontece? Vai desmoronar. Onde não há mulher – diz a Palavra de Deus – o homem suspira de necessidade. A família inteira suspira de necessidade, pra falar a verdade. Onde não há mulher, o homem suspira de necessidade... Onde não há mãe, os filhos suspiram de necessidade; onde não há autênticas famílias, a sociedade suspira de necessidade.
Me dói o coração quando saio relativamente cedo de casa e logo me deparo com várias mães indo levar seus filhos à creche. Sabe porque me dói o coração? Porque elas amam seus filhos, e por amor fazem isso, mesmo sem saber que o melhor ato de amor seria ficar com eles. Os pequeninos no vento frio, embrulhados numa manta... E a mãe... A maioria das mães sente sim deixar os filhos. Mas sabe o que acontece? Comeram do fruto do feminismo. Elas são “obrigadas” a trabalhar porque têm que criar seus filhos. Isso é amor. Mas o que a criança necessita é da presença da mãe. Mas ela tem que trabalhar. Muitas trabalham sem necessidade, largam os filhos para ganhar mais dinheiro pra casa, pra comprar um carro mais novo, pra mostrar pro marido que é capaz, que ganha mais que ele... Quer trabalhar, trabalhar, pra ganhar mais dinheiro pra dar pro filho o que ela não teve (falo aqui nos casos que não há necessidade mesmo). Só que o seus filhos não querem a porcaria do video-game, do computador, da droga do celular novo, o seu filho quer você! Quantos casos escuto de quando se vai conversar com as crianças, elas falam que não queriam tudo da mordomia que as mães lhe proporcionam, elas queriam a mãe, e não o que a mãe lhe dá (bens).
Certa vez voltando da Missa presenciei uma cena engraçada, mas que de certa maneira parte o coração. Neste caso creio que era mulher que precisasse trabalhar. Ela ia com sua filhinha de uns 3 ou 4 aninhos de idade para deixá-la na creche (creio eu). A menininha, falante, falava que não queria ir pra lá, mas queria ficar com a mãe. Sua mãe, com voz entristecida dizia “mas a mamãe tem que ir trabalhar, filha, como que eu vou te dar as coisas se eu não for trabalhar” - mas a filha dizia que queria ficar com ela. Mas ante o anuncio de dar as coisas, ela citou por exemplo pra mãe comprar café... Veja, a simplicidade de uma criança. Eu não sei descrever a cena, faltou o que falar, enfim... Eu só sei que a mãe dizia que ia trabalhar pra dar as cosias pra filha, mas ela não queria tanto essas coisas, queria ela, sua mãe. Que dor para uma mãe que de fato precisa trabalhar, mas o que satisfaz a família é ter no lar para educar os filhos essa mulher virtuosa que é uma coluna de apoio.
O fruto do feminismo que muitas mulheres comeram não foi nem o de trabalhar, afinal, como no caso citado acima, a mulher necessitava trabalhar. Eu não sou maluco de dizer que a mulher deve largar o trabalho; mas também não devem largar os filhos. E é aqui que entra o fruto venenoso do feminismo.
Por que muitas mulheres têm que trabalhar para sustentar seus filhos? Ora, muitas são mães solteiras. E porquê? Simples, começaram a ensinar para as mulheres que elas podem fazer o que quiser, sendo assim, muitas aderiram aos filmes americanos, novelas, mídia, etc., que dizia que moças e rapazes são livres pra fazer sexo. Ora, o movimento Hippie pregava o famoso “paz e amor” que não é o que você pensa, mas sim maconha e sexo. Homens e mulheres pós “revolução sexual” começaram a entrar nessa libertinagem. Muitas garotas engravidaram e acabaram sendo obrigadas a trabalhar, porque além de pecar, muitas fizeram isso com rapazes que não assumiram os filhos e/ou moleques que não sustentam nem a si. E daí o feminismo vem querendo destruir mais ainda a maternidade dando como solução o aborto, sendo que o aborto além de matar a criança, traz traumas, doenças e até suicídio para muitas mulheres traumatizadas.
Será que essas mulheres seriam obrigadas a ter que trabalhar abandonando seus filhos, se ao invés de dar ouvidos as feministas e as mídias ao seu serviço, tivessem dado ouvido a voz da Igreja que ensina a viver a castidade no namoro tendo a primeira relação somente no casamento e sendo fiéis no matrimônio? Será? Como era a criação dos filhos antes do feminismo? Hoje as mulheres dizem que são obrigadas a trabalhar pra sustentar seus filhos, no caso um filho no máximo dois; antes do feminismo – perguntem aos avós de vocês – criavam-se 10, 11, 12, 13, vários filhos. E as mulheres trabalhavam? Sim, só que não abandonavam seus filhos. Muitos que são de interior sabem o quanto as mulheres trabalhavam para manter o lar, só que nunca deixaram os filhos. Porquê? Porque eram uma coluna de apoio para os seus maridos. Hoje está assim, porque as mulheres ou escolheram ser a pedra angular ou mesmo foram obrigadas a isso ante a necessidade ao ver que não tinham um homem para se apoiar.
Causa disso é a destruição do próprio homem. Muitas mulheres hoje em dia sofrem e são obrigadas a serem as “pedras angulares” porque o feminismo destruiu o próprio homem. Ante a crescente de mães ausentes, pais ausentes por causa de serem criados só pela mãe por não ter tido um relacionamento matrimonial ou pelo divórcio, nós vemos os homens sem serem homens. Nós temos a crescente de homens afeminados (sim, muitos casos de homossexualidade se dá pela falta de figura paterna, carência de pai); homens moleques, afinal, se a mulher deve dedicar-se a educação dos filhos, como que elas faram isso se temos hoje uma safra de homens vagabundos que querem passar a vida coçando... jogando video-game, mandando mensagem no Whats, sem trabalhar... Como que esta íngua vai sustentar uma casa? Se a mulher, pobrezinha, iludida com o homem moloque, se envolve, se casa (ou se junta mesmo) e o que acontece? É obrigada a trabalhar pra não morrer de fome. E antes de engravidar já tem um filho, o próprio marido. Mas isso se dá porque os homens não tem referências de pai, porque o feminismo destruiu a mulher que destruiu os novos homens. Hoje se faz necessário um grande processo de restauração do homem e da mulher. Porque se os homens fossem homens (e não homens brutos que xingam e vulgarizam as mulheres, pois isso só daria crédito ao feminismo) e não moleques e/ou cafajestes, o feminismo ruiria; afinal, uma mulher que é ou deseja ser virtuosa não trocaria um homem de verdade e ser uma coluna de apoio, para ser uma marionete feminista. Uma mulher quer um homem masculino, viril, que cumpra com suas obrigações; o homem quer uma mulher feminina, doce, virtuosa. Que cada um tome o seu lugar para que a sociedade fique sadia.



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“Estando Pedro embaixo, no pátio, veio uma das criadas do sumo sacerdote. Ela fixou os olhos em Pedro, que se aquecia, e disse: ‘Também tu estavas com Jesus de Nazaré’. Ele negou: 'Não sei, nem compreendo o que dizes'. E saiu para a entrada do pátio; e o galo cantou. A criada,que o vira, começou a dizer aos circunstantes: 'Este faz parte do grupo deles'. Mas Pedro negou outra vez. Puco depois, os que ali estavam diziam de novo a Pedro: 'Certamente tu és daqueles, pois és galileu'. Então, ele começou a praguejar e a jurar: 'Não conheço esse homem de quem falais'. E imediatamente cantou o galo pela segunda vez. Pedro lembrou-se da palavra que Jesus lhe havia dito: 'Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás'. E, lembrando-se disso, rompeu em soluços.” (Marcos 14,66-72)
Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!

Nessa passagem da negação de Pedro podemos meditar algo a mais do que simplesmente o ato de negar a Jesus. Podemos e devemos meditar o porquê de Pedro ter negado o seu Senhor. Pedro havia dito na ceia que nunca se escandalizaria de Cristo (cf. Marcos 14,29) . O que aconteceu para este que de juras de amor, de dar a vida por Cristo, agora está negando, não diante de Pilatos, mas diante dos mais simples, dos servos...? Não acho que ele não amasse o Senhor; podemos ver que ele amava sim ao lermos o relato da reconciliação após a ressurreição de Cristo (João 21,15-23). O que consigo contemplar ao ler a narrativa da negação de Pedro, é que, como dizem popularmente, ele perdeu a oportunidade de permanecer calado. Pedro falou quando deveria calar; por isso nós muitas vezes, à exemplo de Pedro, mesmo amando o Senhor, acabamos blasfemando, pecando, traindo o Senhor em diversas situações porque nós não sabemos nos calar. Precisamos ter o santo silêncio.

As pessoas estavam acusando Pedro de seguir Jesus. E isso era verdade. Ele seguia Jesus, era o líder dos Apóstolos. Mas acabou se escandalizando. Não com Cristo, mas com a Cruz. Ele estava vendo se cumprir as profecias de Jesus que dizia que padeceria, morreria... E acabou se cumprindo a profecia que ele (Pedro) trairia Jesus. Pedro negou Jesus porque queria negar a Cruz, Pedro se escandalizou do sofrimento que tomaria Jesus. E diante da cruz, o ser humano não deve falar, mas imitando a Virgem deve permanecer silenciosamente. Devemos adorar o Cristo crucificado, mas não tagarelar, onde acabamos traindo o Senhor.

Nós vemos a importância do silêncio quando nós nos adiantamos na passagem de Marcos que foi citada. Leiamos a seguir a narração evangélica da prisão de Jesus diante de Pilatos:

“E tendo amarrado Jesus, levaram-no e entregaram-no a Pilatos. Este lhe perguntou: 'És tu o rei dos judeus?'. Ele lhe respondeu: 'Sim'. Os sumos sacerdotes acusavam-no de muitas coisas. Pilatos perguntou-lhe outra vez: 'Nada respondes? Vê de quantos delitos te acusam”' Mas Jesus nada mais respondeu, de modo que Pilatos ficou admirado.” (Marcos 15,1-5)

Aqui está a chave da questão, a sabedoria do silêncio de Cristo deixa Pilatos admirado; a insensatez da loucura da tagarelice de Pedro fez ele trair o Amado Jesus. Jesus respondeu a pergunta sincera de Pilatos de maneira simples e direta. “És tu o rei dos judeus?” “Sim” - disse Jesus. Ora, isso nos lembra o que o próprio Jesus que disse: “Dizei somente: 'Sim', se é sim; 'não', se é não. Tudo o que passa além disso vem do maligno” (Mateus 5,37). Jesus poderia ter acrescentado muita coisa, mas disse sim, pois a resposta para a pergunta era sim. Pedro além de negar, acrescentou... Acrescentou juramentos em falso, pragas... Se Pedro tivesse silenciado o coração e contemplado o mistério. Por isso Jesus ensinou para Santa Faustina um ensinamento que julgo ser um dos mais difíceis de seguir: não reclamar os seus direitos, não se defender, deixar que as pessoas a julguem como quiser que se Ele quiser que ela seja defendida Ele mesmo a defenderia. Traduzindo: permaneça sempre em silêncio. E de fato, quando queremos nos defender, justificar, dar uma explicação quando esta é desnecessária, acabamos blasfemando, nos irando, jogando pragas, e matando o irmão dentro de nós. Fora que quando envolve pessoas da Igreja, muitos acabam praguejando Sacerdotes e até o Papa. Como Pedro, se tivéssemos ficado calados...

Tanto é reala necessidade de se calar ante as acusações, que podemos ver que diante do sofrimento, da humilhação, da cruz já próxima, Jesus respondeu a pergunta sincera de Pilatos, porém, podemos ver que quando os judeus o acusavam Cristo se calou. Tanto que Pilatos pergunta se Ele não iria responder tantas acusações. E este silêncio admirou Pilatos. Nós temos feito o mundo nos admirar, ou estamos escandalizando o mundo com a nossa murmuração e praguejamentos?

Para dar exemplos vejamos algo corriqueiro: você está conversando e acaba citando o nome de uma pessoa, sem maldade, só quer saber notícias; porém, você sabe que sempre que cita o nome dessa pessoa os outros começam a fofocar sobre. O que você faz? Cita, e começa a fofoca. Você sabe que determinada pessoa é estourada por causa de política, futebol ou algo, e o que você faz? Fala algo sem discernimento e sem necessidade... Aí BUM! Explode a bomba da murmuração. Alguém te critica, fala algo, você o que faz? Dá a outra face? A Face do silêncio... Não. O orgulho tem nos tomado e logo nos defendemos, porque nós não podemos ficar sendo mal falado. Não é assim que pensamos? Enquanto deveríamos nos calar. Aí nós nos defendemos, a pessoa fala mais, e acabamos dentro de uma discussão feia. Fulano é ignorante, nem te conhece e fica falando mal de você? Mas você e eu não deveríamos ter ficado calados? Ora, se no primeiro ataca, no primeiro “agora só usa saia”, “vai ser padre”, “agora não sai dentro da Igreja”, e os famosos dizeres dos mundanos – inclusive os mundanos dentro da Igreja -, se tivessemos ficado calados e entendêssemos que as nossas palavras não as converterão, mas sim a nossa oração com o nosso exemplo, não teria tido um “pega” e com trocas de ofensas. Quando falamos, devemos falar com discernimento. Assim como Cristo diante de Pilatos falando da verdade. Deixou Ele sem argumento. Se nós fizermos verdadeiro silêncio orante, teremos discernimento pra saber quando como falar. Estaremos sempre sob inspiração do Espírito Santo.

Quer ser fiel a Cristo? Possamos ter vida de oração diária, nos consagremos e imitemos Nossa Senhora, a Virgem do silêncio, para entendermos que diante da Cruz devemos nos calar, e não falar, para que não venhamos a trair o Senhor.

Que possamos aprender o silêncio que vivia e ensinava Santa Faustina: “Ora, o Espírito Santo não fala à alma distraída e tagarela, mas fala por suas suaves inspirações à alma recolhida, à alma silenciosa. Se o silêncio fosse observado estritamente, não haveria murmurações, mágoas, maledicências, mexericos, não seria prejudicado o amor ao próximo. Numa palavra, muitos erros seriam evitados. Os lábios selados são como ouro fino e testemunham a santidade interior.”

Sigamos o ensinamento do Senhor na Sua Palavra: “quem odeia a tagarelice destrói sua malícia” (Eclesiástico 19,5) Que possamos destruir a nossa malícia e saber acabar com a maldita fofoca, que o próprio Papa Francisco tem citado. A Palavra ainda diz: “Ouviste uma palavra contra o teu próximo? Abafa-a dentro de ti; fica seguro de que ela não te fará morrer. Por causa de uma palavra (irrefletida) o tolo estorce-se de dores, como uma mulher que geme ara dar à luz. Como uma flecha cravada na gordura da coxa, assim é uma palavra no coração do insensato.” (Eclesiástico 19,10-12)

Santa Faustina ainda fala que “Calar-se quando se deve falar é uma imperfeição e, algumas vezes, até pecado”. Ela quer dizer que devemos saber quando falar. Ora, se eu vou pregar, e eu sei que algo é pecado, não posso me calar e denunciar o pecado. Se uma pessoa vem pedir conselho sobre uma situação pecaminosa, e eu tenho a opornudade de exortar essa pessoa, não posso me calar. Por isso que no dia a dia eu devo saber calar-me, ouvir a voz de Deus, não me intupir ouvindo coisas mundanas, para ter discernimento quando Deus me pedir que fale. “Há quem se cale por não saber falar, e há quem se cale porque reconhece quando é tempo (de falar). O sábio permanece calado até o momento (oportuno), mas o leviano e imprudente não espera a ocasião. Aquele que se expande em palavras, prejudica-se a si mesmo; quem se permite todo o desregramento torna-se odioso” (Eclesiástico 20,6-8)

Que Nossa Senhora, a Virgem do silêncio nos dê essa graça de termos o santo silêncio para sermos fiéis ao Senhor Jesus Cristo até o fim, ou melhor, até os séculos dos séculos. Amém.

Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe! Viva Cristo Rei do Universo!
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Salve Maria Imaculada, nossa Co-Redentora e Mãe!
Mais um video da série de meditações sobre os escritos de Santa Catarina de Sena. Hoje, meditando num trecho de sua carta dirigida aos Beneditinos de Cervaia e a alguns olivetanos. Segundo a Edição Paulus da "Cartas Completas" é a carta de número 189:

"Foi porque o homem vive no cárcere corruptível do corpo - perversa lei que convida e inclina ao pecado - que o bondoso Deus nos deixou um remédio permanente, para fortalecer a razão e a liberdade do homem: Esse remédio é o fogo do Espírito Santo, remédio que produz continuamente a graça e seus dons. Diariamente podes e deves usar esse agradável batismo, dado a ti gratuitamente, sem nenhum merecimento teu. Ao compreender e ver presentes em si tão grande dom e a chama do Espírito Santo, a pessoa se inebria de tal maneira no amor pelo seu Criador, que renuncia a si mesma e começa a viver como se tivesse morrido, já não sentindo amor e apego às criaturas. Sua memória enchei-se da lembrança do Criador enquanto a inteligência nada procura saber fora de Deus. A pessoa entende que nada é, e que Deus está dela. E vê que Deus nada mais quer além do bem para ela. Então o amor da alma por Deus atinge a perfeição. Cheia somente de Deus e não pensando senão em Deus, já não consegue reter a veloz corrida dos seus desejos. Eles correm livres, sem qualquer peso ou amarra, pois a pessoa cortou e eliminou qualquer peso ou carga capaz de impedir a ascensão da alma. Pessoas assim são as que assumiram o jugo de Cristo e, por causa de Deus, tudo ama: a si mesmas, a Deus e ao próximo."



Gebet
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O conhecido Padre Fortea, exorcista espanhol, dá declarações sobre os dons carismáticos. Ouçamos o seu conselho.

Salve Maria Imaculada, Esposa do Espírito Santo!


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~Católico~ ~Professor~ ~Pedagogo~
~Pós-graduado em Neuropsicopedagogia~
~da Imaculada!~

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